Perdoa-me, coração, essa falta grande, profunda. Perdoa minha moléstia absurda, cega, muda, surda. Traíra que sou! Não mereço um pingo do seu amor: eu sei! Eu sei!
Arrisco beijar suas mãos, seus pés. Coloco meus joelhos no chão.
Perdoa.
Perdoa que se não eu morro, eu mato, eu pulo, atiro. Perdoa... Se não eu lato!
E eu prometo, financio minha palavra, contrato, pago minha fiança: nunca, nunca, nunca mais compro um buquê de rosas vermelhas!
Daqui por diante, só brancas.
Só brancas, ou como você quiser que seja.
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Jura dizer a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade?